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Agentes Cancerígenos são substâncias que aumentam a predisposição do indivíduo a desenvolver câncer. Entre elas estão:

Álcool – o consumo excessivo de bebidas alcoólicas pode aumentar o risco de câncer no fígado. Aliado ao cigarro, aumenta a incidência de câncer de boca, esôfago, laringe e faringe;

Alimentação – É importante reduzir o consumo das gorduras trans (gordura que sofreu uma alteração química) e saturadas (alimentos de origem animal). Há alguns tipos da doença cuja relação com a alimentação tende a ser mais evidente, como câncer de cólon, útero e próstata;

Cigarro – é o principal agente cancerígeno da atualidade, relacionado ao aumento da incidência de tumores em geral, especialmente no pulmão, boca, laringe, esôfago, pâncreas, bexiga, rins e mama;

Medicamentos e hormônios – alguns medicamentos podem ser considerados cancerígenos. A testosterona, por exemplo, usada para aumento da massa muscular, pode aumentar a incidência de câncer de próstata;

Radiações – indivíduos que receberam altas doses de radiação ao longo da vida, como sobreviventes de acidentes em usinas nucleares e bombas atômicas, têm mais chance de desenvolver câncer;

Raios solares – associados ao câncer de pele, já que raios ultravioletas podem alterar o DNA; das células.

Substâncias químicas – arsênico, amianto, benzeno, níquel e derivados do petróleo, lançados na atmosfera por meio da queima de combustíveis, são substâncias consideradas cancerígenas e devem ser evitadas em grande quantidade;

Vírus – certos vírus, como o HPV, são considerados precursores de câncer.

Anemia: a pessoa se torna anêmica quando o número de hemácias e o volume de glóbulos vermelhos do sangue estão abaixo do normal, tendo como sintomas a palidez, falta de energia e fadiga.

Anticorpos monoclonais: São anticorpos desenvolvidos em laboratório, capazes de destruir determinados tipos de células cancerígenas, sem afetar células normais.

Antitumoral: é como são genericamente chamados os medicamentos que impedem o desenvolvimento de tumores.

Apoptose: é como se denomina a morte celular programada, determinada geneticamente, necessária para a regulação fisiológica do tamanho dos tecidos. As células tumorais não respondem mais a esse controle natural de crescimento e multiplicação celular, portanto crescem e se multiplicam desordenadamente.

Biópsia: é o principal procedimento utilizado para comprovar o diagnóstico de câncer. Trata-se da retirada de uma ou mais partes do tumor para análise. Por meio da biópsia é possível determinar se o tumor é maligno ou benigno e ajuda na seleção do tipo de tratamento. Quando se fala em biópsia de congelação, a ideia é que, durante um ato operatório seja retirada uma parte maior do tumor ou todo ele e/ou, ainda, alguns tecidos ao redor e/ou linfonodos (os chamados gânglios) e enviados para uma análise imediata do material. A finalidade, neste caso, não é somente de diagnosticar melhor, mas de verificar se o tumor foi extraído satisfatoriamente e/ou se eventualmente não ocupou linfonodos, dando indício de se disseminar para outros locais do organismo.

Braquiterapia: é uma forma de radioterapia em que materiais radioativos são implantados nas proximidades do tumor, evitando que células sadias sejam afetadas. Geralmente os implantes são mantidos no organismo por alguns dias, por isso o tratamento é realizado no hospital.

Carcinoma: é a nomenclatura mais técnica para o câncer, de uma forma geral, mais ligada à formação tumoral originada de células epiteliais ou de revestimento. Assim, pode-se ter carcinoma de pele, carcinoma de tireoide, etc.

Cateter: tubo ou sonda que se introduz em canais ou cavidades do corpo para investigar a presença de algum problema e/ou injetar líquidos e medicamentos.

Cintilografia Óssea: utilizando substâncias que geram contraste, esse tipo de exame permite que sejam feitas imagens do esqueleto humano para detectar possíveis metástases no tecido ósseo.

Cirurgia: é o tipo de tratamento mais antigo e definitivo. Geralmente indicada para tumores que ainda estão circunscritos ao seu local de origem e quando não há risco de atingir outro tecido ou órgão durante a retirada. Na maior parte dos casos a cirurgia é combinada com a radioterapia e/ou quimioterapia, já que algumas células cancerosas podem permanecer no organismo, dando origem a um novo câncer.

Colonoscopia: trata-se de um tipo de exame, do tipo endoscopia, que permite visualizar o interior do intestino grosso, utilizado para examinar e diagnosticar doenças do reto, dos cólons e do íleo terminal. A colonoscopia também permite a realização de biópsias, a remoção de pólipos e a identificação de pontos de hemorragia e sua cauterização.

Colostomia: é a exteriorização de uma parte do intestino grosso para a eliminação das fezes, que são coletadas em um recipiente do tipo bolsa. As colostomias são utilizadas quando há a necessidade de realizar uma cirurgia específica, na qual não é possível suturar as duas extremidades do intestino que tiveram de ser desligadas. Assim, a exteriorização da parte do intestino para a evacuação é necessária.

Cromossomos: são uma longa sequência de material genético, que determinam funções específicas das células e características físicas dos seres vivos.

Crônico: trata-se de um termo utilizado quando o paciente permanece com a doença por um longo período de tempo.

Cuidados Paliativos: segundo a Organização Mun

Endométrio: mucosa que reveste a parede interna do útero, formada por fibras musculares, e que recebe estímulos dos hormônios ovarianos: estrógeno e progesterona.

Estadiamento: é a gradação (geralmente em uma escala de 1 a 5) de quão avançado e/ou disseminado pelo organismo encontra-se o tumor. Avalia-se o quanto o tumor afeta as estruturas no local onde se encontra (profundidade, extensão, desarranjo local) e também a presença de metástases (células tumorais que vão para outras partes do organismo para formar tumores iguais ao originário).

Estomatite: inflamação na boca ou nas gengivas, que pode ser causada por: infecção por vírus, bactérias ou fungos; agentes tóxicos ou irritantes como álcool e fumo; desidratação, trauma e deficiência de vitaminas C, complexo B e de ferro.

Hormonioterapía: tratamento à base de substâncias análogas aos hormônios no lugar de agentes quimioterápicos. Tem como finalidade impedir que as células malignas continuem a receber o hormônio que estimula o seu crescimento. Esse tratamento pode incluir o uso de medicamentos que modificam a forma de atuar dos hormônios originais. Utilizado principalmente em casos de câncer ginecológico, de mama e de próstata.

HPV: é a sigla de referência ao papilomavírus humano, vírus capaz de induzir lesões de pele ou mucosa, especialmente nos órgãos genitais femininos e intestino grosso. Existem mais de 200 tipos de HPV, entre os quais 15 são capazes de provocar câncer. De acordo com o INCA, dentre as vacinas em desenvolvimento para prevenir a infecção por HPV, a única liberada para comercialização nos Estados Unidos é a quadrivalente, que previne contra os tipos 6 e 11, presentes em 90% dos casos de verrugas genitais, e contra os tipos 16 e 18, de alto risco de câncer do colo do útero e presentes em 70% dos casos.

Imunoterapia: o sistema imunológico do organismo humano naturalmente tem a capacidade de reconhecer células cancerosas e combatê-las. Na imunoterapia ou terapia biológica, utilizam-se métodos ou substâncias que estimulam e fortalecem esta capacidade das células imunes em reconhecer e destruir as células tumorais. Indicada como tratamento complementar à cirurgia, radioterapia ou quimioterapia, tem sido considerada eficaz especialmente contra o melanoma.

Infusão contínua: trata-se de um tipo de aplicação de medicamentos por meio das veias do paciente, de forma lenta e ininterrupta, por tempo determinado. A infusão contínua geralmente é utilizada com quimioterápicos que podem causar hipotensão arterial, reações alérgicas e inflamações ao longo da veia puncionada e, por isso, não podem ser administrados de uma só vez e têm de ser diluídos em uma quantidade maior de líquido (soro ou diluente específico). O tempo da infusão é determinado pelo médico.

Intravenoso: aplicação de medicamentos no interior da veia, o que permite uma rápida absorção pelo organismo.

Linfonodos: também conhecidos como gânglios ou nódulos linfáticos, sua função é filtrar a linfa e eliminar corpos estranhos que ela possa conter, como vírus e bactérias. São frequentemente vias utilizadas pelas células tumorais para disseminação da doença a outras partes do organismo, já que os linfonodos distribuem-se em cadeias, ao longo de todo o corpo. O acometimento dos linfonodos pelas células tumorais é um dado muito importante no estadiamento dos tumores.

Mamografia: É uma radiografia das mamas, que deve ser feita rotineiramente em mulheres acima dos 40 anos. Caso seja encontrada alguma alteração, a mamografia deve ser seguida por uma biópsia para confirmar o tipo de lesão.

Mastectomia: é um dos tipos de tratamento do câncer de mama no qual é preciso remover parte (mastectomia parcial) ou totalmente (mastectomia total) o órgão.

Marcadores Tumorais: são substâncias liberadas por determinados tumores e que podem ser detectadas no sangue ou na urina do paciente, contribuindo para o diagnóstico da doença.

Medula óssea: a medula óssea, situada na parte interna dos ossos, é o local de produção das células sanguíneas e das plaquetas (fragmentos de células, que previnem e interrompem as hemorragias). Entre as células do sangue estão os leucócitos (glóbulos brancos), que têm a função de proteger o organismo, e os eritrócitos (hemácias ou glóbulos vermelhos), responsáveis pelo transporte de oxigênio e gás carbônico.

Metástase: a agressividade de um câncer está relacionada ao seu crescimento no local de origem e na possibilidade de mandar células para outros tecidos ou órgãos distantes, o que configura uma metástase. À medida que o câncer cresce, algumas de suas células podem se desprender, cair na circulação sanguínea ou linfática e se espalhar para outras partes do organismo, onde irão formar novos tumores, porém com características do tumor do qual se originaram.

Monoterapia: tratamento em que se utiliza apenas um tipo de medicamento.

Mucosite: inflamação das mucosas, comum durante o tratamento quimioterápico como reação a alguns tipos de medicamento. Ocorre inchaço, vermelhidão, dor e fácil sangramento na gengiva, parte interna da boca, dentre outras mucosas.

Neoplasia: a neo (novo) + plasia (crescimento) pode ter origem em qualquer tecido do corpo humano. Sinônimo da palavra tumor, a neoplasia é um termo empregado para descrever uma multiplicação celular anormal, que pode ser considerada benigna ou maligna. A neoplasia maligna é sinônima do câncer, com capacidade para se infiltrar, ocupando muito espaço e/ou prejudicando o funcionamento de órgãos e tecidos do organismo, e/ou de enviar células à distância (metástase). A neoplasia benigna pode aumentar de tamanho, mas não invade os tecidos vizinhos e não provoca metástase. É o caso dos lipomas, também chamados popularmente de “lobinhos”, que são tumores gordurosos, e dos miomas uterinos, proliferação de tecido muscular do útero. As neoplasias benignas, geralmente, podem ser retiradas do organismo por meio de uma cirurgia simples, com poucas chances de reincidência. Quando situada no sistema nervoso central, entretanto, apesar de benigna em suas características, uma neoplasia pode limitar consideravelmente a vida de uma pessoa e até levá-la à morte.

Oncologia: é a especialidade médica que estuda o câncer. Sinônimo de Cancerologia.

Oncogenes: são genes (material genético) alterados do DNA celular, que podem levar o indivíduo a apresentar maior predisposição para desenvolver um câncer. A manifestação dos oncogenes pode ser precipitada ou facilitada por fatores ambientais e comportamentais, como exposição ao sol, fumo, álcool, poluentes ambientais, má alimentação, entre outros.

Qualidade de Vida: viver bem é mais do que ter uma boa saúde física e mental. É manter o equilíbrio, estar bem consigo mesmo e com as pessoas queridas. Hábitos saudáveis, cuidados com o corpo, atenção para a qualidade dos seus relacionamentos, balanço entre vida pessoal e profissional, tempo para lazer, saúde espiritual também são elementos essenciais para assegurar sua qualidade de vida.

Quimioterapia: é um tipo de tratamento contra o câncer que utiliza medicamentos que têm atividade prejudicial à célula tumoral, isoladamente (menos comum) ou em combinação (mais comum). Quando o tumor é muito grande e/ou se encontra em uma região do corpo na qual a abordagem cirúrgica é complicada, a quimioterapia pode ser utilizada com o objetivo de diminuir o tumor, antes de uma intervenção cirúrgica. Após uma cirurgia, ainda que a mesma tenha extirpado o tumor de maneira satisfatória, visa garantir que eventuais células disseminadas a outros locais possam ser combatidas, impedindo a formação de outras massas tumorais. Os medicamentos combinados podem ser introduzidos no paciente por diversas regiões do corpo: endovenosa (na veia), intramuscular (nos músculos), subcutânea (região acima dos músculos), pela via oral (comprimidos, cápsulas ou líquido) e até pela via intratecal (pela coluna, como num procedimento de anestesia raquimedular ou peridural), bem como intravesical (na bexiga, como forma de tratamento local ou braquiterapia). De acordo com a Sociedade Brasileira de Cancerologia (SBC), a ocorrência de efeitos colaterais depende dos tipos de medicamento prescritos e do organismo de cada paciente. Em geral, a quimioterapia afeta o crescimento e causa queda de cabelos e pelos do corpo, além de enfraquecimento das unhas. Também pode provocar náuseas, vômitos feridas na boca, febre, diarreia e alterações na pele. Tudo isso pode ocorrer porque o(s) medicamento(s) em questão visa(m) destruir células tumorais, mas também acabam atingindo células normais do organismo, que não têm problemas, em diversas partes do corpo.

Radioterapia: é um tipo de tratamento contra o câncer, utilizado principalmente no caso de tumores localizados, que tem como objetivo destruir as células cancerosas por meio da irradiação de ondas de energia, provenientes de raio X, cobalto, iodo radioativo, entre outros. A quantidade de radiação aplicada depende do tipo de tumor e das condições do paciente. De maneira geral, os efeitos colaterais deste tipo de tratamento são: lesões na pele, queda de cabelo, lesões no fígado, rim, pulmão e cérebro, supressão medular, sensação de cansaço e distúrbios gastrintestinais. Os efeitos colaterais específicos estão associados com a região do corpo em que a radiação é aplicada, pois podem atingir células de órgão os tecidos circunvizinhos.

Recidiva: é o reaparecimento de certa doença após um período de cura mais ou menos longo.

Ressonância Magnética: método de diagnóstico por meio de imagens de alta definição dos órgãos do corpo, que não utiliza radiação, mas ondas eletromagnéticas.

Sarcoma: tipo de câncer que se desenvolve nos tecidos de conexão e de sustentação do corpo, como músculo, osso, cartilagem, fibra e gordura.

Sistema TNM: procedimento que permite classificar um tumor, através da seguinte nomenclatura:

T - Tamanho do tumor;

N - presença de células tumorais nos linfonodos locais;

M - presença de metástase à distância.

Quanto maior essa relação, mais agressivo será o tumor. Atualmente, porém, os oncologistas buscam cada vez mais diferenciar e individualizar o tumor, traçando seu perfil imunohistoquímico (ou seja, características do tumor que fariam células imunológicas reconhecer e destruir células tumorais, bem como características das células tumorais quanto a alguns receptores de membrana celular, que conservam propriedades específicas), relacionando com o perfil genético e com a imunidade tecidual (se ele é mais ou menos resistente a determinadas substâncias). Estudos genéticos têm demonstrado que a agressividade, a sensibilidade à quimioterapia e a probabilidade desse tumor reincidir não dependem apenas do estadiamento TNM. Há casos em que o paciente pode desenvolver um tumor pequeno, sem linfonodo comprometido e sem metástase à distância, mas se aquele tumor tiver determinado perfil genético que predispõe à agressividade, pode apresentar crescimento acelerado ou uma chance maior de recidivar precocemente, mesmo que operado e que submetido a radio ou quimioterapia.

Sistema Imunológico: também conhecido como sistema imune ou de defesa, é responsável pelo combate a microorganismos invasores e pela "limpeza" interna do corpo, ou seja, retirada de células mortas. Também é ativo contra células alteradas, que diariamente surgem no nosso corpo, como resultado de mitoses anormais. Essas células, se não forem destruídas, podem dar origem a tumores.

Sobrevida: é um prolongamento da sobrevivência do paciente, em termos quantitativos, não qualitativos (ou seja, o quanto sobrevive, não como sobrevive).

Terapia Adjuvante: adjuvante significa adicional. As três formas mais comuns de tratamento adjuvante são a radiação, a quimioterapia e a terapia endócrina. Geralmente é recomendada depois da cirurgia, para prevenir ou atrasar a multiplicação das células cancerosas que "restaram" no organismo após o procedimento cirúrgico.

Tratamento: pode ser curativo ou paliativo, conforme já discutido. Compreende uma série de medidas que visam combater o câncer e impedir sua recidiva (tratamento curativo) e/ou melhorar as condições de vida ou de sobrevida do paciente (tratamento paliativo). O tratamento mais adequado vai depender do tipo de câncer, do grau de estadiamento da doença e da fase da vida em que o paciente se encontra. No caso de tumores que atingem órgãos vitais, como pulmão, fígado, pâncreas, cérebro, rins, as expectativas de sucesso são menores, ainda mais quando o câncer apresenta metástases. As neoplasias malignas que se desenvolvem em pessoas com menos de 30 anos costumam ser mais agressivas e de rápido crescimento. Por isso, pacientes mais jovens podem receber tratamentos mais intensivos, que apesar de debilitar o indivíduo por um determinado tempo, aumentam as chances de cura. Já em pacientes mais idosos, as terapias costumam ser menos agressivas, aliadas aos cuidados paliativos.

Tumor: No senso comum, a palavra tumor se tornou um sinônimo de câncer, quando na verdade ela é um sinônimo de neoplasia e significa qualquer crescimento anormal de um tecido, constituindo uma formação sólida com mais de 1 cm de diâmetro. Uma simples verruga, por exemplo, pode ser um tumor, mas do tipo benigno, causado por uma proliferação celular provocada por um vírus. Assim, os tumores podem ser classificados em benignos ou malignos, de acordo com sua agressividade, potencial de invadir tecidos vizinhos e capacidade de provocar metástases.

Tumor Benigno: o tumor benigno pode aumentar de tamanho, mas não invade os tecidos vizinhos e não provoca metástase. Na maioria das vezes eles crescem lentamente e podem ser removidos por meio de cirurgia, sendo a reincidência pouco frequente.

Tumor Maligno: trata-se de um sinônimo de neoplasia maligna, pois é um tipo de crescimento celular anormal e desordenado, capaz de invadir os tecidos vizinhos e provocar metástases. Na maioria dos casos a retirada de um tumor maligno por meio de cirurgia vem acompanhada por outros tipos de terapia, já que as células cancerígenas remanescentes nos tecidos circunvizinhos e/ou distantes podem originar um novo tumor, geralmente mais agressivo e resistente aos tratamentos que o primeiro.

Vacina: é um tratamento de estimulação do sistema imunológico, de forma a fazer com que as células imunes produzam substâncias capazes de destruir agentes ou células específicas. No caso da vacina contra o câncer, a mesma é utilizada visando o combate às células específicas, que formam o tumor que se quer erradicar. Há inúmeras pesquisas sendo realizadas nesta área, especialmente em pacientes com melanoma, linfomas, tumores renais, de mama, ovário, cólon e reto.